Bênçãos

Manual de Bênçãos transliterado para o português
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http://www.chabad.org.br/mitsvot/bencaos/Manual%20de%20Bencaos.pdf

Brachot (Bênçãos)
Segundo o Rei David, cada judeu deve louvar a D’us, diariamente, com, no mínimo, cem Berachot (Bênçãos). Acha muito? Não, se levarmos em conta as Berachot que fazemos em nossas Tefilot (Rezas) da Manhã (Shacharit), Tarde (Minchá) e Noite (Arvit), a Berachá Modeh Ani, que fazemos ao acordar, ainda deitados na cama:

Modeh ani l’fanecha melech chai v’kayam sh’hechezarta bi nishmati b’chemla rabah emunatecha
(Agradeço perante Ti, Rei vivo e eterno, por ter restaurado, misericordiosamente, minha alma dentro de mim; Sua fidelidade é grande);

a Berachá de Neilat Yadaim (de Purificação das Mãos), que fazemos depois de acordar e antes de ingerirmos pão:

Baruch atah A-donay, Elo-heinu Melech Ha’Olam, asher kideshanu bemitzvotav vetzivanu al netilat yadayim;

e a Berachá de Asher Yatzar, que dizemos ao sairmos do banheiro (nunca se diz uma berachá dentro do banheiro):

Baruch ata Ado-nai, Elo-heinu Melech ha’olam,
Asher yatzar es ha’adam be’chochma,
u’vara vo ne’kavim ve’kavim, chalulim chalulim.
Galui ve’iadu’a lifnei Ki’sei kevodecha,
She-Im yi-satem echad may-hem,
Oh im yi-pa-tayach echad mayhem,
Ee efshar le-hit-kayem ah-filu sha-ah achat.
Baruch A-ta Ado-nay, chofeh kol ba-sar u-maflie la-asot.

Há ainda as berachot que fazemos antes e depois de ingerirmos os alimentos, como veremos a seguir:

Por que uma bênção?

Antes de comer qualquer alimento devemos pronunciar uma bênção. Através deste ato demonstramos reconhecer que D-us criou todo o universo e que Ele é a fonte da vida e da existência. Segundo nossos sábios, esta é uma forma de pedir “permissão a D-us” para ter proveito do Seu mundo.

No judaísmo até um ato físico pode ser uma forma de se espiritualizar, se realizado com a intenção adequada.
Depois de comer agradecemos a D-us por nos ter proporcionado a alimentação, recitando as “Brachót Acharonót”, ou “bênçãos finais”.

1. Pão

Antes de comer pão, “Matsá”, pita ou pizza (feitos à base de um dos cinco cereais – trigo, cevada, centeio, aveia ou espelta) recitamos a bênção de “Hamotzí” ( mas se a base da massa tiver sido feita com algum outro líquido que não água, vide “2. Mezonót”).

Primeiro deve-se banhar as mãos, vertendo água de uma caneca ou copo três vezes consecutivas sobre cada uma, até o pulso, iniciando pela mão direita (o canhoto inicia pela mão esquerda).

Antes de enxugar as mãos, esfrega-se levemente uma na outra. A bênção é recitada com as mãos erguidas juntas, enxugando-as em seguida:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu al netilat yadáyim

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo,que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou sobre a ablução das mão)

Em seguida, sem interrupções, é recitada a bênção do pão:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, hamôtsi lêchem min haárets.

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que faz sair opão da terra)

Alimentos que acompanham o pão

A bênção do pão isenta a pessoa de recitar todas as outras bênçãos anteriores a alimentos (exceto as de vinho, frutas e sobremesas).

2. Mezonót

Antes de comer produtos à base de um dos cereais mas que não seja pão (como bolo, torta, macarrão, biscoitos etc.) recita-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, borê minê mezonot

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que cria diversas espécies de alimentos.)

Se a base da massa tiver sido misturada a um suco de frutas em lugar de água, esse pão é considerado “pão Mezonót”.

3.Vinho

O vinho tem um significado especial no judaísmo, e assim mereceu uma bênção exclusiva. Antes de tomar vinho ou suco de uva natural, recita-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, borê peri hagáfen.

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que cria o fruto da vinha.)

4. Frutas

Antes de comer uma fruta que nasce em árvore recita-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, borê peri haets.

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que cria o fruto da árvore.)

Antes de comer frutas que nascem em árvores que não renovam seus galhos (caso da banana) ou que crescem muito próximas ao solo (caso do morango e melão) recita-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, borê peri haadamá.

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo que cria o fruto da terra.)

5. Vegetais

Antes de comer legumes, verduras, hortaliças ou frutas que nascem na terra recita-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, borê peri haadamá.

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo que cria o fruto da terra.)

6. Shehakol

Antes de comer um alimento não incluído nas categorias acima, como chocolate, bala, pipoca, sorvete, cogumelo, queijo, ovo, peixe, carne etc. ou antes de beber qualquer líquido (fora vinho ou suco de uva), recita-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, shehacol nihyá bidvarô.

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, que tudo vem a existir por Sua palavra.)

Bênção após as refeições

Bircat Hamazon
A Torá ordena: “Abençoe D-us após comer e sentir-se satisfeito” (Deuteronômio 8:10). Em adição às “bênçãos anteriores” que foram instituídas por nossos sábios, a Torá nos ordena agradecer ao Todo Poderoso e abençoá-Lo após comer pão e concluir uma refeição, expressando assim nossa gratidão a Quem “alimenta o mundo inteiro com Sua bondade, com graça, com benevolência e com compaixão” (excerto do “Bircát Hamazón”).

O “Bircát Hamazón” consiste de quatro bênçãos primárias. A primeira (bênção “Hazán”) foi composta por Moisés no deserto quando o Maná caiu do céu; a segunda (bênção “Al Haáretz Veál Hamazón” foi redigida por Josué quando os filhos de Israel comeram os frutos da primeira colheita após entrar na Terra Santa; a terceira (bênção pela reconstrução de “Yerushalayim”) pelos reis David e Salomão, e a quarta (bênção “Àquele que é bom e faz o bem”) por nossos sábios nos tempos da “Mishná”.

O “Bircát Hamazón” só deve ser pronunciado após uma refeição que incluiu pão, e sua recitação abrange todos os alimentos ingeridos durante a refeição.

Acompanhe a Berachá completa neste endereço: http://www.pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/657800/jewish/Bircat-Hamazon.htm

Al Hamichiyá
A benção posterior – BERACHÁ ACHARONÁ – a alimentos só deve ser recitada após ingerido o mínimo de um kezáyit (28,8g) de alimento sólido ou uma reviit (86 ml) de líquido.

A benção MEEN SHALOSH é recitada após terem sido ingeridos:

1 – Alimentos feitos com qualquer um dos cinco tipos de cereais – trigo, cevada, centeio, aveia ou espelta (excepto os que se enquadram na Benção de Graças);

2 – Vinho e/ou suco de uva natural;

3 – Frutos de qualquer uma das cinco espécies pelas quais a Terra de Israel é louvada – azeitona, tâmara, uva, figo ou romã;

Caso estes alimentos tenham sido ingeridos durante uma refeição com pão, Bircat Hamazon (a Bênção de Graças) isenta a recitação desta benção.

Os números 1, 2 e 3 abaixo referem-se, respectivamente, aos produtos numerados acima.

Baruch Ata HaShem, Elokênu Mêlech haolam (…)

1 – al hamichyá veal hacalcalá
2 – al haguêfen veal peri haguêfen
3 – al haets veal peri haets

veal tenuvat hassadê; veal êrets chemdá tová urchavá, sheratsíta vehinchálta laavotêinu, leechol mipityá, velisbôa mituvá. Rachêm na, A-do-nai E-lo-hê-nu, al yisrael amechá, veal yerushaláym irêcha, veal tsiyon mishcan kevodêcha, veal Mizbechêcha, veal Hechalêcha. Uvne Yerushláyim Ir há’Côdesh, bimherá beyamênu; vehaalênu letochá, vessamechênu va; unvarechechá bicdushá uvtahorá.

Variantes para festas:

SHABAT; Urtsê vehachalitsênu beyom ha’Shabat hazê. ROSH CHODESH; Vezochrênu letová beyom Rosh ha’Chôdesh hazê PESSACH; Vezochrênu letová beyom Chag há’Matsot hazê SHAVUOT; Vezochrênu letová beyom Chag ha’Shavuot hazê SUCOT; Vezochrênu letová beyom Chag ha’Sucot hazê SHEMINI ATSÊRET e SIMCHAT TORÁ; Vezochrênu letová beyom Shemini Atsêret ha’Chag hazê ROSH HA’SHANÁ; Vezochrênu letová be ‘Yom ha’Zicaron hazê

Ki Atá HaShem tov, umetiv lacol, venodê lechá al haárets veal hamichyá. (no caso de se ter comido só alimentos feitos com um dos cinco tipos de cereais)

Baruch Ata HaShem al haárets veal hamichyá veal peri haguéfen (no caso de se ter ingerido alimentos com um dos cinco tipos de cereais e vinho).

Baruch Ata HaShem al haárets veal peri haguéfenveal haperot. Baruch Ata HaShem al haárets veal peri haets (no caso de se ter ingerido alimentos com um dos cinco tipos de cereais, vinho e uma das três espécies de frutos de Israel)

Caso estes alimentos tenham sido ingeridos com pão, o “Bircát Hamazón” isenta a recitação desta bênção.

Borê Nefashót

A seguinte bênção deve ser recitada após ingerir frutos, verduras, legumes ou quaisquer alimentos ou bebidas em geral, como água, café e refrigerantes (exceto aqueles incluídos nas bênçãos logo acima, “Al Hamichiyá” ou “Bircát Hámazón”). Caso estes alimentos tenham sido ingeridos com pão, o Bircát Hamazón isenta a recitação desta bênção:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mélech haolam, borê nefashot rabot vechesronan, al col ma shebaráta, lehachayot bahêm nêfesh col chai. Baruch chê haolamim.

(Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D-us, Rei do Universo, Criador de inúmeros seres vivos e suas necessidades, por todas as coisas que criastes para sustentar a alma de cada ser vivo. Bendito O que provê Vida aos mundos.)
Nosso raciocínio mudou até o ponto em que não mais sabemos por que o Judaísmo coloca tanta ênfase em comer e beber, necessidades básicas compartilhadas não apenas pelo restante da humanidade como também pelos animais.

Sem uma explicação satisfatória para a cashrut e sem a fé simples baseada nos valores da Torá que caracterizaram as gerações anteriores, muitos judeus concluem que manter-se casher está simplesmente obsoleto – está baseado em antigas precauções sanitárias que não mais se aplicam à vida moderna.

Portanto, oferecemos alguns dos pontos de vista sobre a mitsvá da cashrut fornecidos pela tradição judaica. Estas introvisões satisfazem nossa necessidade de compreensão e nos motivam a cumprir as mitsvot da Torá face aos valores opostos da cultura contemporânea. Apesar disso, deve-se entender que os mandamentos são de origem Divina e jamais poderão ser totalmente compreendidos pelo intelecto humano. Mantemos as mitsvot porque são um legado de D’us ao povo judeu.

“Religião,” como todos sabem, trata de prece, meditação, caridade, ética e às vezes, formas variadas de auto-negação. O Judaísmo, entretanto, envolve todos os aspectos da vida. Nossas atividades cotidianas mais comuns tornam-se imbuídas de santidade quando seguimos a diretiva da Torá: “Conheça-O em todos teus caminhos” (Mishlê 3:6).

Para um judeu, toda comida não-casher diminui a sensibilidade espiritual, reduzindo a habilidade de absorver conceitos da Torá e mitsvot. Tanto a mente quanto o coração são afetados.
A Cashrut representa o encontro do corpo e da alma. A Torá nos diz para não rejeitarmos o físico, e sim santificá-lo. Comida casher é a dieta da nutrição espiritual para a neshamá, a alma judaica. Isso é designado para trazer refinamento e purificação ao povo judeu.

O que isso significa?

A moderna ciência nutricional reconhece que o Judaísmo sempre ensinou que de forma geral somos aquilo que comemos. Sabemos que os alimentos que ingerimos são absorvidos por nossa carne e sangue. Alimentos proibidos são mencionados na Torá como abominações à alma Divina, elementos que aviltam nossa sensibilidade espiritual. Abutres e animais carnívoros, tendo o poder de influenciar quem deles se alimenta com atributos agressivos, estão entre os alimentos proibidos.

Para um judeu, toda comida não-casher diminui a sensibilidade espiritual, reduzindo a habilidade de absorver conceitos da Torá e mitsvot. Tanto a mente quanto o coração são afetados.

É fácil entender por que a cashrut é freqüentemente considerada a mitsvá de mais longo alcance. A história demonstra que quando a observância de cashrut é forte, a identidade judaica permanece forte.

Para explicar o poder dos alimentos casher, devemo-nos voltar aos ensinamentos chassídicos baseados no misticismo do grande cabalista Ari Zal (Rabi Yitschac Luria). O Ari Zal deu uma interpretação literal ao versículo “O homem não vive somente de pão, mas da palavra de D’us” (Devarim 8;3). Ele explicou que não é o alimento em si que dá a vida, mas sim a centelha de Divindade – a “palavra de D’us” – que está presente no alimento. Toda matéria tem dentro de si algum aspecto das “Centelhas de Divindade” que dão vida e existência ao mundo. Quando comemos, o sistema digestivo extrai os nutrientes, enquanto a neshamá extrai a centelha de Divindade encontrada na natureza.

A energia Divina no alimento é, portanto, a verdadeira fonte de sua capacidade de sustentar e nutrir o corpo. Comida casher tem uma poderosa energia que dá força espiritual, intelectual e emocional à neshamá judaica, ao passo que alimentos não-casher fazem o oposto.

A dieta casher é uma dieta saudável para a alma, contendo a nutrição espiritual necessária para a sobrevivência judaica e para estabelecer o verdadeiro equilíbrio entre o corpo e a alma. Uma dieta prescrita pelo Dr. do Mundo.

Na outorga da Torá, D’us nos deu 613 preceitos, entre os quais as leis concernentes à Cashrut. Cada uma das mitsvot, por fazer bem à alma, faz bem ao corpo.

Cada vez que alguém se alimenta, a comida é absorvida pelo corpo e transformada em energia. Quando uma pessoa utiliza a energia produzida por este alimento para cumprir um preceito, ela eleva este alimento para o campo espiritual.

A moderna ciência nutricional reconhece que o Judaísmo sempre ensinou que de forma geral somos aquilo que comemos.
Sabemos que os alimentos têm um amplo efeito sobre nós. Ao tornar-se parte da carne e sangue do corpo, que é ligado à alma, o alimento que a pessoa ingere tem efeito direto sobre seu caráter, seu refinamento pessoal e seu desenvolvimento em todos os estágios da vida. A Torá, através da cashrut, nos ensina como comer para que o corpo seja um receptáculo apropriado para a alma, e não meramente um instrumento para satisfazer as necessidades físicas, como os animais.

Na Torá, cuidar da saúde e cuidar da Cashrut são mitsvot distintas. Quando a Torá nos diz se o alimento é permitido ou não, está nos informando a respeito de sua faceta espiritual e sobre nossa capacidade de aproveitá-lo positivamente. Assim como no aspecto material, o nosso organismo físico não está preparado para digerir e retirar os nutrientes de qualquer tipo de substância, também no campo espiritual, a alma pode e deve utilizar a matéria, revelando a espiritualidade que está por trás dela.

Cada vez que alguém se alimenta, a comida é absorvida pelo corpo e transformada em energia. Assim quando a pessoa utiliza a energia produzida por este alimento para cumprir uma Mitsvá, ela eleva este alimento.

O conceito de Cashrut está ligado ao conceito de saúde da alma. Segundo o rei Salomão (Provérbios XX:27), “a alma humana é a vela Divina”. Para que cada um possa revelar a chama Divina que está em nossos corpos é preciso cuidar para que não se impurifiquem com comidas não permitidas pelo Criador.

A cashrut foi instituída por D’us por razões que só Ele conhece. As leis da cashrut, com certeza, ajudam à saúde física da pessoa, mas não é este seu principal objetivo. Elas ajudam a tornar possível a ligação entre alma e corpo, alma e D’us. D’us é o Engenheiro do mundo que ligou os fios certos para que saiam da fonte de energia até a lâmpada, iluminando nossas vidas com mais vida.
Agradecemos ao site Chabad.org pela matéria

POSTED By
Marcella Mantovani

Vale a pena ver este vídeo também enviado por Marcella que o avaliou com suas próprias palavras da seguinte maneira :-
“Nos 22 minutos do video aproximadamente o rabino Pinson começa a falar de comer carne ser uma coisa muito séria devido a possibilidade de comer almas. Aqui entra uma parte muito interessante da explicação espiritual do judaísmo do porquê as pessoas devem comer kosher, do porquê isso é tão importante. Ele comenta também da possibilidade da Neshamá de Tsadik que reencarna em peixe, já que almas realmente muito elevadas tem um pequeno processo de reencarnação nesses animais. Quando comemos as coisas com a intensão correta e com a Brachá certa elevamos a alma que está na comida e se não fizermos isso estaremos trazendo energia negativa para nós mesmos.
Muito interessante essa explicação da importância de comer kosher e suas implicações espirituais mesmo, porque eu tinha ouvido pouquíssima coisa sobre o assunto até essa explicação do Rav Pinson em um dos seus videos que trata sobre reencarnação.”

Att,
Marcella Mantovani
marcella.fmantovani@gmail.com

Faculdade de Engenharia Mecânica – Unicamp

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