Chanucá 5778 (12 a 20 de dezembro, 2017)

Chanucá significa, literalmente, “Inauguração”. A festa recebeu este nome em comemoração ao fato histórico de que os macabeus “chanu” (descansaram) das batalhas no “cá” (25º dia) de Kislêv.

Duração: 8 dias.
Por que comemora-se
Antiocus, rei da Síria, governou a Terra de Israel depois da morte de Alexandre, o Grande. Pressionou os judeus a aceitarem a cultura greco-helenista, proibindo o cumprimento das mitsvot (preceitos) da Torá e forçando a prática da idolatria pagã.
Antiocus foi apoiado por milhares de soldados de seu exército. Em 165 AEC, os Macabeus, corajosos lutadores oriundos de uma família de muita fé, os Chashmonaim, apesar do antagonismo esmagador, saíram vitoriosos de uma batalha travada contra o inimigo.
O Templo Sagrado, violado pelos rituais greco-pagãos, foi novamente purificado e consagrado e a Menorá (candelabro) reacesa com o azeite puro de oliva, descoberto no Templo.
A quantidade encontrada era suficiente para apenas um dia, mas milagrosamente durou 8 dias, até que um novo óleo puro pudesse ser produzido e trazido ao Templo. Em lembrança destes milagres comemoramos Chanucá durante oito dias.

Sobre Chanucá
Por Eliyahu Kitov
Os oito dias da Festa de Chanucá começam em 25 de Kislev. As luzes são acesas toda noite durante os oito dias da festa.
Os Sábios (Shabat 21b) perguntaram: O que é Chanucá? Os Rabinos ensinaram: A partir do vigésimo quinto dia de Kislev, são observados oito dias de Chanucá, durante os quais não são feitas eulogias e o jejum não é permitido. Pois quando os gregos entraram no Santuário, profanaram todos os azeites [usados para acender a Menorá]. E quando a Casa Hasmoneana prevaleceu e os derrotou, eles procuraram e encontraram apenas uma ânfora de azeite com o selo do Cohen Gadol – e esta jarra tinha azeite suficiente para queimar um dia. Mas ocorreu um milagre e o azeite ardeu durante oito dias.
No ano seguinte, os Sábios designaram estes oito dias como uma festa, com canções de louvor e agradecimentos. Durante o período do segundo Templo Sagrado, os reis gregos emitiram decretos rigorosos contra Israel, banindo suas práticas religiosas e proibindo-os de estudar Torá e cumprir as mitsvot. Eles roubaram o dinheiro e suas filhas, entraram no Santuário e os atacaram, profanando tudo que era ritualmente puro. Causaram grande angústia a Israel e oprimiram os judeus até que o D’us dos nossos pais teve misericórdia deles e os libertou, salvando-os das mãos de seus inimigos. A Casa Hasmoneana – os Cohanim Guedolim – prevaleceram, matando-os e salvando Israel das mãos deles. E eles nomearam um rei dentre os cohanim, e o reino de Israel foi restaurado por mais de duzentos anos, até a destruição do Segundo Templo Sagrado.
Foi no dia 25 de Kislev que Israel prevaleceu e venceu seus inimigos. Entraram no Santuário e encontraram apenas uma ânfora [de azeite] puro. Continha o suficiente para um dia, mas eles acenderam as luzes da Menorá e durou oito dias, até que prensassem azeitonas para extrair azeite puro (Rambam, Hilchot Chanuca 3).
Os Sábios daquela geração portanto decretaram que esses oito dias, começando em 25 de Kislev, fossem designados dias de júbilo e louvor, e que se acendessem luzes na entrada das casas em cada uma dessas oito noites, para divulgar o milagre. E estes dias são chamados de Chanucá – [inauguração, consagração; pode-se também interpretar a palavra como] chanu [eles descansaram] ca [no vigésimo quinto] – pois no vigésimo quinto dia eles descansaram da batalha contra seus inimigos.
O Talmud declara que os dias foram designados para “prece e agradecimento”.
Cumprimos a obrigação de “louvor” recitando Hallel completo durante Shacharit, as preces matinais em todos os oito dias de Chanucá. A obrigação de “agradecimento” é cumprida recitando-se Al haNissim que é inserido na prece Amida e no Bircat Hamazon, prece de Graças Após as Refeições quando se ingere pão, hamotsi.

Costumes de Chanucá

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Como Acender a Chanukiá:

Uma Chanukiyá tem oito braços numa fila reta de igual altura. O shamash (vela auxiliar), usado para acender a Chanukiyá, é colocado mais alto ou à parte das outras. Uma Chanukiyá que funcione com eletricidade pode ser usada como decoração de Chanucá, mas não cumpre a mitsvá (conexão com D’us) de acendimento da Chanukiyá.
Parte da mitsvá de Chanucá é a divulgação do milagre de Chanucá, portanto colocamos a Chanukiyá no batente oposto à mezuzá, ou numa janela, claramente visível do lado de fora. Velas podem ser usadas, mas devido ao seu papel no milagre de Chanucá, uma Chanukiyá com azeite é especialmente significativa.
Na primeira noite de Chanucá, reúna a família para o acendimento da Chanukiyá. Antes de acender, recite a bênção apropriada. Utilize o shamash para acender a primeira vela, no extremo direito da Chanukiyá.
Na segunda noite, acenda uma vela adicional à esquerda da vela acesa na noite anterior. Repita o mesmo processo a cada noite de Chanucá, onde a vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo da esquerda para a direita. As velas devem arder durante pelo menos meia hora.
Se uma vela apagar durante o período em que deveria estar ardendo, deve ser reacendida. Na noite seguinte, os pavios e o azeite restantes podem ser reaproveitados.
A luz da chanukiyá é sagrada e não pode ser utilizada para outro fim, como leitura ou trabalho.
Acendimento na véspera e após o Shabat
Na tarde de sexta-feira, acendemos as velas de Chanucá pouco antes das velas de Shabat. (No Shabat, o sagrado dia de repouso, é proibido acender uma chama). A chanukiyá não pode ser tocada ou removida depois de seu acendimento na sexta-feira até sábado após o anoitecer. No sábado, as velas de Chanucá somente são acesas após o final do Shabat, depois que a prece de Havdalá é recitada.
Luzes, velas, ação!

Primeiro, acende-se o shamash, depois pronuncia-se as seguintes bênçãos:
1. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.
Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela de Chanucá.

2. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê.
Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, Rei do Universo, que fez milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.
Na primeira noite ou pela primeira vez, acrescenta-se:
Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lizman hazê.
Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D’us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.
Em seguida, acendem-se as velas da chanukiyá com o shamash, da esquerda para a direita. Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da chanukiyá de modo que fique mais alto do que as chamas da chanukiyá, e recita-se:

Hanerot halálu ánu madlikin al hateshuot, veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucá, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen, êla lir’otan bilvad, kedê lehodot ul’halel leshimechá hagadol, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.
Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanucá, estas luzes são sagradas, e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.

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Sevivon:

Antíoco decretou que cada aula de Torá era crime punível com morte ou prisão. Em desafio, as crianças estudavam em segredo, e quando as patrulhas sírias eram avistadas, fingiam estar jogando uma inocente brincadeira de pião, também conhecido como dreidel (em yidish) e sevivon (em hebraico).
As Letras
Todo sevivon possui quatro lados com uma letra hebraica em cada um deles. Cada letra é a inicial de uma palavra. As quatro letras são:
Nun primeira letra da palavra Nes, que significa “milagre”
Guimel primeira letra de Gadol, que significa “grande”
Hei primeira letra de Haya, que significa “era” ou “foi”
Shin primeira letra de Sham, que significa “lá”
Juntas, estas letras formam a frase: “Um grande milagre aconteceu lá”.
Em Israel, ao invés da letra shin (para designar sham, lá), o sevivon possui a letra pei de pô, (aqui) para que as letras dos lados do pião forme a frase: “Um grande milagre aconteceu aqui”.
Atualmente
Uma vez que as crianças têm dinheiro e tempo livre, é natural que acabem brincando com o sevivon.
Mas o sevivon também tem uma mensagem especial: possui quatro lados, cada um com uma letra do alfabeto hebraico, formando a frase: “Um grande milagre aconteceu lá”, mostrando assim que, mesmo nos momentos de lazer, a pessoa deve lembrar que a Providência Divina dirige tudo, em todas as situações.

Chanucá Guelt:

Durante Chanucá é costume dar guelt (dinheiro) aos filhos, para ensinar-lhes a intensificar a caridade e as boas ações, e incrementar o espírito festivo da data.
Essa sutil forma de “suborno” é um componente essencial no processo educacional. Maimônides discute a importância de usar incentivos e prêmios até que uma criança tenha idade suficiente para entender por si mesma a importância e a beleza da Torá e mitsvot.
O dinheiro que damos as crianças, o guelt de Chanucá, celebra a liberdade e o mandato de canalizar a riqueza material para fins espirituais.
Chanucá guelt pode ser dado a qualquer tempo no decorrer de Chanucá (exceto no Shabat). Alguns têm o admirável costume de dar o guelt em todas as noites de Chanucá. Em Chabad, é costume dar toda noite, mas entregar uma soma maior na quarta ou na quinta noite.

Sonhos e Bolinhos de Batata:

Veja receitas para Chanucá: https://ongtora.com/culinaria/ 

Na festa de Chanucá há o costume de ingerir comidas fritas em óleo como bolinhos de batata (levivot ou latkes), e sonhos (sufganiyot). Estes alimentos são preparados e degustados em honra ao milagre que ocorreu com o azeite.

Pratos à base de laticínios, como bolinhos de queijo, são também apreciados, pois lembram os feitos de uma famosa heroína judia, Yehudit, na época do Segundo Templo Sagrado de Jerusalém.

Israel encontrava-se sitiada pelo cruel e opressivo exército Greco-Sírio. Yehudit ajudou a assegurar a vitória para as forças judaicas, assassinando o terrível general do exército grego, Holofernes. Deu a ele queijo salgado para comer, acompanhado de vinho forte para eliminar sua sede. O vinho o “derrubou” fazendo-o cair em sono profundo. Yehudit então tomou de sua espada e o matou. Os soldados do general fugiram com medo. A vitória dos Macabeus seguiu-se a este ato de coragem

*( Fonte: pt.Chabad.org )

Imagem: Alex Levin-

Boris Dubrov

 

 

 

Uma Missão Especial

 

Tu nos escolheste dentre as nações” (Sidur). Os judeus são chamados de “Povo Escolhido”. Muitos judeus se perguntam: “para que missão eu fui escolhido?”

A resposta está na passagem da Torá (Shemot 19:3-6), na qual D’us se dirige a Moshê logo depois de Sua revelação no Sinai:

Moshê subiu até D’us, e D’us o chamou da montanha, dizendo: “Assim dirás à Casa de Yaacov, e relata aos Filhos de Israel: ‘Vocês viram o que Eu fiz ao Egito, e que Eu os conduzi nas asas de águias e os trouxe para Mim. E agora, se Me ouvirem e cumprirem o Meu pacto serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação sagrada.’ Estas são as palavras que deves falar aos Filhos de Israel.”

Estas palavras encerram o motivo pelo qual D’us “escolheu” os judeus; ou seja, para serem um “reino de sacerdotes e uma nação sagrada”.

A referência feita a sacerdotes não se refere aos Cohanim, sacerdotes descendentes de Aharon o Sumo Sacerdote, pois obviamente todo Israel não é constituído de sacerdotes naquele sentido. Ao contrário, a referência aqui é à “função sacerdotal”. A função sacerdotal é “levar” D’us ao povo, e elevar o povo para ficar mais perto de D’us. O propósito do judeu é levar D’us ao mundo e aproximar o mundo de D’us.

Em nossa associação com o mundo exterior cada um de nós – homem ou mulher – deve cumprir funções sacerdotais. A justaposição de um “reino de sacerdotes” e uma “nação sagrada” indica que sendo sagrados e dedicados à Torá e mitsvot em nossa vida privada, podemos ser embaixadores bem-sucedidos para o mundo exterior. Nosso impacto sobre o mundo exterior está relacionado com nossa dedicação à Torá e mitsvot. Esta “função sacerdotal” foi chamada pelo profeta Yeshayáhu de “uma luz entre as nações”.

Onde quer que os judeus se encontrem, na Diáspora ou na Terra de Israel, até um único judeu num canto remoto da terra, cabe a todo judeu e a toda comunidade judaica lembrar que é uma parte, e um representante, de todo o povo judeu, e portanto encarregado desta tarefa. Mesmo quando se encontram na galut (exílio), somente o corpo judaico está no exílio. A alma judaica nunca é exilada e está isenta de qualquer subjugação externa. Conseqüentemente, embora no exílio, os judeus não devem ignorar sua tarefa, nem subestimar sua capacidade, não importa quão limitados possam ser os seus poderes materiais.

A extensão do dever da pessoa está na proporção direta à sua posição na vida. É maior no caso de um indivíduo que ocupa uma posição de certa proeminência que lhe dá oportunidade de exercer influência sobre outros, especialmente os jovens. Estas pessoas devem valorizar a responsabilidade que a Divina Providência investiu nelas para divulgar a luz da Torá e combater as trevas, seja qual for a forma que ela se apresente.

A alma judaica nunca é exilada e está isenta de qualquer subjugação externa.Que ninguém pense: “Quem sou eu, o que sou eu, para ter tamanha influência?” Pois já vimos – para nossa consternação – o que mesmo uma pequena quantidade de matéria pode fazer em termos de destruição através da liberação da energia atômica. Se tamanho poder está oculto numa pequena quantidade de matéria para destruição – contrariando o desígnio e o propósito da criação – muito maior é o poder criativo confiado a todo indivíduo para trabalhar em harmonia com o Divino propósito. Neste caso, a pessoa recebe capacidades especiais e oportunidades concedidas pela Divina Providência, para atingir a meta para a qual foi criada; a concretização de um mundo no qual “Cada criatura reconhecerá que Tu a criaste, e cada alma declarará: ‘D’us, o D’us de Israel, é Rei, e Seu reinado é supremo sobre tudo’” (Preces de Rosh Hashaná).

Foi dada ao povo judeu a diretiva: “Não pela força ou pelo poder, mas pelo Meu espírito, diz D’us.” Para o povo judeu e a comunidade judaica (até para o judeu como indivíduo), capacidades Divinas especiais foram concedidas para cumprir sua tarefa da maneira mais completa possível. Pois, seus poderes físicos estão conectados, e subordinados, aos seus poderes especiais, que são infinitos.

Um exemplo histórico disso é encontrado no tempo do Rei Shelomô, Salomão, quando o povo judeu se destacou entre as nações do mundo por ter atingido o mais alto grau de sua perfeição. Nossos Sábios, referindo-se a esse estado, o descrevem como “a lua em sua plenitude”, pois, como se sabe, o povo judeu é comparado à luz, e eles “contam” seu tempo (meses do calendário) pela lua.

Uma das explicações para isso é que, assim como a lua passa por mudanças periódicas em sua aparência, segundo sua posição em relação ao sol cuja luz ela reflete, também o povo judeu passa por mudanças segundo a medida da luz de D’us que refletem, pois está escrito: “Pois D’us Elo-kim é sol e escudo.”

Esta perfeição no tempo do Rei Shelomô (sem considerar o fato de que, mesmo então, os judeus constituíam numérica e fisicamente “a menor de todas as nações” expressou-se de maneira bem distinta nas relações entre o povo judeu e os outros países do mundo. A reputação da sabedoria do Rei Shelomô despertou um forte desejo entre reis e líderes de irem até ele, observar sua conduta e aprender com sua sabedoria – a sabedoria pela qual ele rezara e recebera de D’us – permeada com santidade.

E quando eles foram também viram como, sob a sua liderança, o povo vivia, até na vida material, “com segurança, todo homem em sua vinha e sob sua fogueira”, numa terra onde “os olhos de D’us, seu D’us, estão constantemente sobre ela, do início ao final do ano.” E foi isso que levou a paz entre os judeus e todas as outras nações.

Assim, fica claramente demonstrado que quando os judeus vivem segundo a Torá, atingem a verdadeira paz, e servem como uma luz guia para as nações – “as nações seguirão pela sua luz” – a luz da Torá e mitsvot.

A missão do judeu e da comunidade judaica não está limitada ao tempo em que estão como “lua cheia”, mas também quando no exílio, “espalhados e dispersos entre as nações”.

Tornar-se um povo sagrado aos olhos de D’us não é um título ganho em um sorteio ou concurso, mas na dedicação de anular-se para cumprir a Sua vontade e tornar-se responsável e apto a levar seu papel adiante neste mundo e em todas as gerações.

 

 *( Fonte: pt.chabad.org)
   ( Imagem : Alex Levin)

Shemini Atzeret -Simchat Torá 5778

 Horário para Acendimento das velas
Quarta-feira, Outubro 11 -17:50
Quinta-feira, Outubro 12 APÓS 18:44
Sexta-feira, Outubro 13 SHABAT ÀS 17:50
TÉRMINO DO SHABAT 18:45
*Demais Localidades acesse o link
ATENÇÃO
Deve-se deixar uma vela ou fogo aceso antes do pôr-do-sol, que dure o suficiente para que, as velas da segunda noite de Simchat Torá (e do Shabat que segue ) possam ser acesas e a comida preparada a partir desta chama. É proibido criar fogo em Yom Tov (riscando um fósforo). Somente é permitido passar o fogo de uma chama previamente acesa com um palito ou vela, (tomando cuidado de não apagá-la posteriormente).

Shemini Atzeret

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” O oitavo Dia da Assembléia Solene” é uma festa à parte ao final de Sucot. Há uma prece especial por chuvas para a Terra de Israel

Comemora-se: Shemini Atseret ou o Oitavo dia da Assembléia em 22 de Tishrei.

Duração: 1 dia. Antes do pôr-do-sol até a véspera do pôr-do-sol do dia seguinte.

Kidush: Ao retornar da sinagoga recita-se o kidush da noite de Yom Tov sobre uma taça repleta de vinho, dentro da sucá.

Após as orações do dia, ao retornar da sinagoga, recita-se o kidush referente ao dia de Yom Tov.

Yizcor: No dia de Shemini Atsêret recita-se Yizcor em memória de entes queridos falecidos.

Costumes

Hacafot
Nas noites de Shemini Atsêset, após a prece noturna, Arvit, realizam-se sete Hacafot (voltas) com os Rolos da Torá ao redor da bimá (mesa destinada à leitura da Torá) com danças e alegria. É costume trazer as crianças para participarem das Hacafot.

Refeição
Costuma-se comer na sucá, mas sem recitar a bênção Leshêv Bassucá. Costuma-se usar chalot redondas e mergulha-se cada fatia três vezes no sal antes de comer.

Proibições
As mesmas atividades criativas proibidas no shabat também o são em Shemini Atsêret, exceto carregar em domínio público, cozinhar para as refeições a serem consumidas no mesmo dia (se for utilizado fogo de uma chama acesa desde a véspera) e outras atividades ligadas à preparação dos alimentos.

Simchat Torá

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O Júbilo com a Torá – Marca o ciclo anual da leitura da Torá que é terminado e reiniciado neste dia. Dançamos e nos alegramos com a Torá

Comemora-se: Dia 23 de Tishrei

Duração: 1 dia
Velas:Acendem-se as velas antes do pôr-do-sol com a bênção apropriada.

Kidush: Ao retornar da sinagoga recita-se o kidush da noite de Yom Tov e após as orações do dia, ao retornar da sinagoga, recita-se o kidush referente ao dia de Yom Tov, ambos sobre uma taça repleta de vinho.

Costumes

Na noite de Simchat Torá, após a prece noturna, Arvit, realizam-se sete hacafot (voltas) com os rolos da Torá ao redor da bimá com danças e muita alegria. É costume trazer as crianças para participarem das hacafot.

Em Simchat Torá as refeições não são mais realizadas na sucá.

Costuma-se comer chalot redondas e mergulhar cada fatia três vezes no sal antes de comer.

Todos os homens são chamados à Torá. Meninos menores de bar mitsvá são chamados todos juntos à Torá. A porção final da Torá é lida, completando o ciclo anual, e a seguir, a leitura é reiniciada (primeira porção, do primeiro livro, Bereshit).

Sucot – 4 a 11 de outubro, 2017

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 Velas para primeiro e segundo dia de Sucot 5778 -2017

Deve-se deixar uma vela ou fogo aceso antes do pôr-do-sol, que dure o suficiente para que, as velas da segunda noite de Sucot (e do Shabat que segue Sucot) possam ser acesas e a comida preparada a partir desta chama. É proibido criar fogo em Yom Tov (riscando um fósforo). Somente é permitido passar o fogo de uma chama previamente acesa com um palito ou vela, (tomando cuidado de não apagá-la posteriormente).

VELAS  primeiro e segundo dia de Sucot
– Quarta-feira, Outubro 4 -17:47
– Quinta-feira, Outubro 5 -18:41

VELAS DE SHABAT
Sexta-feira, Outubro 6 – ÀS 17:48
TÉRMINO DO SHABAT 18:42

*Demais Localidades acesse o link
http://pt.chabad.org/calendar/candlelighting.htm

Sucot

Um período alegre é iniciado com a festa de Sucot, compensando o solene período de Rosh Hashaná e Yom Kipur.
O que comemora-se: Nos quarenta anos de peregrinação pelo deserto, ao sair da escravidão egípcia em direção à Terra Prometida, os judeus foram cercados por nuvens de glória, com as quais D’us envolveu o povo em sinal de proteção. Para celebrar este evento e aumentar nossa consciência do amor todo abrangente de D’us, recebemos a ordem: “Em sucot (cabanas) deveis habitar por sete dias”. Construimos por este motivo uma sucá, moradia temporária, cujo teto é coberto de folhagens.
Há mitsvot nas quais utilizamos apenas algumas partes de nosso corpo, por exemplo: a mitsvá de tefilin, filactérios, que envolve o braço e a cabeça; tefilá, prece, envolve a mente e o coração e assim por diante.
Mas embora as Nuvens de Glória desaparecessem no quadragésimo ano, na véspera da entrada na Terra de Israel, nunca cessamos de acreditar que D’us nos dá Sua proteção, e esta é a razão de termos sobrevivido a todos nossos inimigos em todas as gerações.

Durante a festa de Sucot, os homens devem comer diariamente numa sucá (cabana) especialmente construída para este fim. Nestes sete dias, não é permitido comer fora da sucá qualquer refeição que contenha pão ou massa. Há aqueles que não costumam beber nem ao menos um copo de água fora da sucá.
Nos primeiros dois dias e noites da festa, o kidush, prece sobre o vinho, antecede a refeição. Nas duas primeiras noites, é obrigatório comer na sucá ao menos uma fatia de pão (além do kidush), mesmo que esteja chovendo. Nos outros dias, se chover, é permitido fazer as refeições dentro de casa.

Comemora-se os primeiros dois dias: Dia 15 e 16 de Tishrei

Duração: 2 dias. Inicia-se antes do pôr-do-sol da véspera e termina ao completo anoitecer do segundo dia.

Velas: Acendem-se as velas na véspera, antes do pôr-do-sol do primeiro e do segundo dia com a bênção apropriada.

Kidush: Recita-se o kidush dentro da sucá ao retornar da sinagoga após a Prece Noturna, Arvit, e na manhã do dia seguinte, após a Prece Matinal, Shacharit e Mussaf, a Prece Adicional, ao retornar da sinagoga, ambos sobre uma taça repleta de vinho.

OBS: Os tefilin não são colocados durante os sete dias de Sucot.

CHOL HAMOED SUCOT – DIAS INTERMEDIÁRIOS

Duração: 5 dias, do 3º até o 7º dia.

Costumes

Quatro Espécies
Durante todos os dias de Sucot (exceto Shabat) deve-se recitar a bênção sobre as quatro espécies. Elas são compostas de um etrog (cidra), um lulav (palmeira), três hadassim (galhos de mirta) e duas aravot (folhas de salgueiro). Dentre muitas explicações, cada uma das quatro espécies representa um tipo de judeu. As quatro espécies juntas simbolizam a união do povo judeu; precisamos uns dos outros. As quatro espécies são balançadas nas quatro direções, para o alto e para baixo e para ambos lados, direito e esquerdo, para frente e para trás, simbolizando a presença Divina em toda a parte.

Refeição
Durante toda a festa, os homens devem fazer as refeições dentro da sucá.

É costume comer chalot redondas e mergulhar cada fatia no mel antes de comer, durante os dois dias de Yom Tov.

O kidush e as bênçãos das velas não são recitados em Chol Hamoêd (exceto shabat chol hamoêd).

Proibições
Trabalho: Todos os trabalhos são permitidos em Chol Hamoed. Evita-se, porém, na medida do possível, escrever e executar outros serviços específicos como costurar. Se o fizer, é preferível que o faça de maneira não perfeita. É preferível contratar serviços profissionais após Chol Hamoed: dentista, alfaiate, etc, sempre que possível.

Roshaná Rabá

O sétimo dia de Sucot é chamado Hoshaná Rabá (Grande Hoshaná) sendo considerado o último dia do “julgamento” Divino no qual o destino do novo ano é determinado. O Salmo L’David Hashem Ori, que tem sido acrescentado à nossa prece diária desde 1º de Elul, é recitado nesta data pela última vez.

Leis e costumes

Estudo noturno
Costuma-se permanecer acordado na noite de Hoshaná Rabá (este ano, na noite entre domingo e segunda-feira) e estudar Torá. Recitamos todo o Livro de Devarim e o Livro de Tehilim. Em algumas congregações é costume para o Gabai distribuir maçãs (significando um ano doce) para todos.Na noite de Hoshaná Rabá é costume ficar de vigília, recitando Salmos e Ticun (coletânea de trechos das Sagradas Escrituras especialmente compilados).

Salgueiro e hoshanot
Além das Quatro Espécies usadas a cada dia de Sucot, é uma “mitsvá rabínica”, datando da época dos Profetas, segurar um aravá adicional, ou salgueiro, no sétimo dia de Sucot. No Templo Sagrado, grandes ramos de salgueiro com 6 metros eram colocados ao redor do altar. Atualmente, fazemos um feixe com cinco ramos de salgueiro e os carregamos junto com as Quatro Espécies ao redor da mesa de leitura da sinagoga durante as preces Hoshaanot, das quais recitamos hoje uma versão mais completa, fazendo sete circuitos ao redor da bimá (em vez do único que é feito diariamente). Na conclusão de Hoshaanot golpeamos o chão cinco vezes com o feixe de salgueiro, simbolizando “amenizar as cinco medidas de severidade”.

Refeição
Uma refeição festiva no almoço é feita na sucá. Mergulhamos o pão no mel (como fazemos em toda refeição festiva desde Rosh Hashaná) pela última vez. Hoje também é a última ocasião na qual recitamos a bênção especial para comer na sucá. pois o mandamento bíblico de habitar na sucá é apenas para sete dias (embora seja prática em muitas comunidades – e este é o costume Chabad – de comer na sucá também no oitavo dia, Shemini Atsêret).

*( Fonte: Chabad.org.br )

 Shemini Atzeret

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” O oitavo Dia da Assembléia Solene” é uma festa à parte ao final de Sucot. Há uma prece especial por chuvas para a Terra de Israel

Comemora-se: Shemini Atseret ou o Oitavo dia da Assembléia em 22 de Tishrei.

Duração: 1 dia. Antes do pôr-do-sol até a véspera do pôr-do-sol do dia seguinte.

Kidush: Ao retornar da sinagoga recita-se o kidush da noite de Yom Tov sobre uma taça repleta de vinho, dentro da sucá.

Após as orações do dia, ao retornar da sinagoga, recita-se o kidush referente ao dia de Yom Tov.

Yizcor: No dia de Shemini Atsêret recita-se Yizcor em memória de entes queridos falecidos.

Costumes

Hacafot
Nas noites de Shemini Atsêset, após a prece noturna, Arvit, realizam-se sete Hacafot (voltas) com os Rolos da Torá ao redor da bimá (mesa destinada à leitura da Torá) com danças e alegria. É costume trazer as crianças para participarem das Hacafot.

Refeição
Costuma-se comer na sucá, mas sem recitar a bênção Leshêv Bassucá. Costuma-se usar chalot redondas e mergulha-se cada fatia três vezes no sal antes de comer.

Proibições
As mesmas atividades criativas proibidas no shabat também o são em Shemini Atsêret, exceto carregar em domínio público, cozinhar para as refeições a serem consumidas no mesmo dia (se for utilizado fogo de uma chama acesa desde a véspera) e outras atividades ligadas à preparação dos alimentos.

Simchat Torá

Simchat-2

O Júbilo com a Torá – Marca o ciclo anual da leitura da Torá que é terminado e reiniciado neste dia. Dançamos e nos alegramos com a Torá

Comemora-se: Dia 23 de Tishrei

Duração: 1 dia
Velas:Acendem-se as velas antes do pôr-do-sol com a bênção apropriada.

Kidush: Ao retornar da sinagoga recita-se o kidush da noite de Yom Tov e após as orações do dia, ao retornar da sinagoga, recita-se o kidush referente ao dia de Yom Tov, ambos sobre uma taça repleta de vinho.

Costumes

Na noite de Simchat Torá, após a prece noturna, Arvit, realizam-se sete hacafot (voltas) com os rolos da Torá ao redor da bimá com danças e muita alegria. É costume trazer as crianças para participarem das hacafot.

Em Simchat Torá as refeições não são mais realizadas na sucá.

Costuma-se comer chalot redondas e mergulhar cada fatia três vezes no sal antes de comer.

Todos os homens são chamados à Torá. Meninos menores de bar mitsvá são chamados todos juntos à Torá. A porção final da Torá é lida, completando o ciclo anual, e a seguir, a leitura é reiniciada (primeira porção, do primeiro livro, Bereshit).

Yom Kipur 5778 – Do pôr-do-sol de sexta-feira, 29/9 ao anoitecer de sábado, 30/9 2017

Acendimento das velas de Yom kipur e shabat  sexta-feira, 29/9 (às 17h44)

Término  30/9 (às 18h38)

Dia do Perdão

O que comemora-se: Após o pecado do bezerro de ouro, Moshê rezou e, em dez de Tishrei, D’us concedeu pleno perdão ao povo judeu. Quando uma pessoa perdoa outra, isto se deve a um sentimento profundo de amizade e amor que anula o efeito de qualquer mal que tenha praticado. Do mesmo modo, o amor Divino é expressão de Seu amor eterno e incondicional.
Embora possamos ter transgredido Sua vontade, nossa essência, a alma, permanece Divina e pura. Yom Kipur é o único dia do ano em que D’us revela mais claramente que nossa essência e a Sua são uma só. Ao nível da alma, o povo judeu é todo igual e indivisível. Sempre que se demonstra a união essencial, agindo com amor e amizade, mais será revelado o amor de D’us.

Comemora-se: Dia 10 de Tishrei

Duração: 1 dia

Costumes
Na madrugada da véspera de Yom Kipur (ou nos dias precedentes) é realizado o ritual de caparot.
• Segura-se um galo branco (para os homens) ou uma galinha branca (para as mulheres), enquanto é recitada uma breve prece .
• As aves são ritualmente abatidas e uma soma equivalente a seu real valor é doada aos pobres.
• Pode-se também fazer caparot com dinheiro, doando-o a seguir para tsedacá.
Fazendo as Pazes
• Yom Kipur perdoa pecado cometido contra D’us; transgressões praticadas contra o próximo são perdoadas somente após ter se desculpado pessoalmente.
Outros Costumes da Véspera de Yom Kipur
• É mitsvá todos os homens irem ao micvê na véspera de Yom Kipur para entrar com pureza no Dia Sagrado.
• Após Shacharit (a Prece Matinal) é costume pedir à alguém um pedaço de lêcach (bolo de mel). A intenção é, caso seja decretado que durante o ano a pessoa deva receber caridade, que cumpra sua pena ao pedir este lêcach. Aquele que entrega o lêcach deve desejar um ano bom e doce.

Antes de Minchá (a Prece Vespertina) deve-se dar bastante tsedacá. Neste momento deve-se dar também o resgate das caparot. É costume distribuir caixinhas ou pratos pela sinagoga para coletar esta tsedacá. O Báal Shem Tov afirmou: “O barulho das moedas nos pratos destrói as forças negativas.”
As Refeições
• Na véspera de Yom Kipur é mitsvá fazer duas refeições fartas – uma no almoço e
outra à tarde. Dizem nossos sábios: “Todo aquele que come e bebe na véspera e jejua
em Yom Kipur é considerado como se jejuasse dois dias seguidos.”
• Costuma-se usar chalá redonda, mergulhando os pedaços no mel, após a ablução das mãos e recitação das bênçãos “Al netilat yadáyim” e “Hamôtsi” .
• Na última refeição antes do jejum não se come peixe. Costuma-se comer creplach,tradicionais pasteizinhos de carne.
• Os alimentos desta refeição devem ser de fácil digestão.
• Deve-se convidar pessoas pobres para a mesa, principalmente na última refeição, para que a mesa sirva como capará (expiação).
Abençoando os Filhos
• Os pais costumam abençoar os filhos com a Bênção Sacerdotal antes de ir à sinagoga, desejando que sejam selados para uma longa vida, com temor a D’us:

Velas: Acendem-se as velas na véspera, do pôr-do-sol com as bênçãos apropriadas.

• O jejum de Yom Kipur inicia-se antes do pôr-do-sol
e termina ao completo anoitecer .
• As atividades criativas proibidas no Shabat também o são em Yom Kipur, inclusive carregar em propriedade pública. Portanto deve-se tomar cuidado para não transportar o livro de orações, talit e óculos de leitura ou qualquer outro objeto. Estes devem ser deixados na sinagoga antes do início do jejum.
A proibição de comer e beber em Yom Kipur recai até mesmo sobre uma quantia mínima.
Existe, porém, uma quantia estipulada de comida ou bebida que, se ingerida, consiste em transgressão de uma proibição maior. No caso de um doente que deve comer, conforme veremos adiante, deve ser-lhe dada, na medida do possível, uma quantia menor que esta quantia. No caso de líquidos, deve ser dado ao doente o equivalente a menos de uma bochecha cheia a cada nove minutos, ou pelo menos a quatro minutos, se for suficiente. No caso de alimentos sólidos,
deve-lhe ser dado menos de 30 centímetros cúbicos no prazo acima, se possível. É preferível beber a comer neste dia em caso de doença.
As crianças que já entendem a santidade do dia não costumam comer guloseimas neste dia.
Até mesmo enxaguar a boca não é permitido.
Se a pessoa não tem força suficiente para ir à sinagoga em jejum, deve permanecer em casa,de cama, mas jamais comer para ter forças para ir à sinagoga ou rezar. Se a pessoa sabe que se for à sinagoga passará mal, talvez precisando comer no meio do jejum, não deve ir.

Além de abster-se de comer e beber, em Yom Kipur também é proibido:
Usar perfumes, óleos, desodorantes, maquiagem ou loções.
Lavar-se.
Calçar sapatos de couro (mesmo que sejam parcialmente de couro).Manter relações conjugais

Acendimento das Velas para Rosh Hashaná 5778 e Shabat

As atividades proibidas no Shabat também o são em Rosh Hashaná, com exceção de carregar (objetos permitidos) num domínio público e cozinhar para as refeições do mesmo dia.
Deve-se deixar uma vela ou fogo aceso antes do pôr-do-sol, que dure o suficiente para que, as velas da segunda noite de Rosh Hashaná (e do Shabat que segue Rosh Hashaná) possam ser acesas e a comida preparada a partir desta chama. É proibido criar fogo em Yom Tov (riscando um fósforo). Somente é permitido passar o fogo de uma chama previamente acesa com um palito ou vela, (tomando cuidado de não apagá-la posteriormente).

PRIMEIRA NOITE DE ROSH HASHANÁ – quarta-feira, 20/9 / 2017 Acendimento das Velas às 17h41.

SEGUNDA NOITE DE ROSH HASHANÁ – quinta-feira, 21/9 /2017 Acendimento das Velas após 18h35

Término de Rosh Hashaná – sexta-feira, 22/9 /2017 As velas de Shabat são acesas às 17h42 (a partir de uma chama pré-existente)

 

 

Atestado para os Chaguim 5778

Atestado para justificar faltas na escola para Shabat e Yom Tov

( Imprimir e entregar para a diretoria). Nessas datas é proibido ir ao trabalho também por motivos religiosos.
Nesses seguintes dias o trabalho e a frequência à escola são proibidos por motivos religiosos.
Se você é o dono da sua empresa não esqueça de avisar a sua secretária para não marcar reuniões nas datas que constam nesse atestado .
Se você trabalha em uma empresa avise o RH para descontar essas datas dos seus dias de férias.
Coloquei nesse atestado somente as festas judaicas em que o trabalho é expressamente proibido nelas, em festas como Chanuca pode-se trabalhar normalmente
Atenciosamente – Rabino Avraham Eitan Gloiber